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terça-feira, 26 de novembro de 2019

Seitan em Molho de "Natas", sobre cama de Legumes e Trigo Sarraceno


      Seitan em molho de "natas", sobre cama de legumes no forno na companhia do trigo sarraceno

      Receita vegetariana (sem qualquer produto de origem animal), para 4 pessoas


Ingredientes para o seitan e molho de "natas"
  • 400 g de seitan (usei a marca Biodharma)
  • 200 g de cebola
  • 100 g de cenoura
  • 200 ml de creme de soja ou aveia bio (100%natas vegetais) 
  • 2c. de sopa de azeite
  • 2c. de sopa de molho de soja
  • 1c. de sopa de pimentão doce
  • 1c. de café de alho em pó ou 1 dente de alho médio bem picadinho
  • 1.c de café de açafrão das índias ou cúrcuma em pó
  • 1c. de café de sal marinho  
  • 1 folha de louro
    Ingredientes legumes assados 
    • 600 g de abóbora butternut
    • 300 g curgete
    • 1c. de sopa de azeite
    • 1c. de sobremesa de orégãos secos ou alecrim bem picado
    • 1c. de café de sal 
    Ingredientes trigo sarraceno
    • 160 g de trigo sarraceno 
    • 320 ml de água tépida 
    • 1.c. de chá de azeite
    • 1c. de café de sal
    • 1 dente de alho médio picado

    Preparação dos ingredientes
    1. Corte o seitan em fatias finas e tempere com o molho de soja, 1/2c. de sopa pimentão doce, alho e 1 c. de sopa de azeite. Reserve.  
    2. Entretanto prepare os legumes para assar; Limpe e lave a curgete e descasque a abóbora, se não for de origem biológica, se for aproveite a casca, retire as sementes e corte ambas em quadrados/cubos médios. 
    3. Adicione num tabuleiro de ir ao forno, tempere com o azeite, ervas aromáticas e sal. Envolva e leve ao forno pré-aquecido a 180 graus, a assar entre 20 a 30 minutos. 
    4. Prepare o seitan e o trigo sarraceno:
    5. Grelhe o seitan numa frigideira quente, com o próprio molho do tempero, em lume brando, durante 15 a 20 minutos, vire a 1/2 tempo para grelhar de ambos os lados. 
    6. Depois, reserve o seitan num tabuleiro e a frigideira para o molho de natas.
    7. Para o trigo sarraceno; Passe por água o pseudocereal. Aqueça um tacho em lume médio, adicione o azeite, o alho e o sal, envolva e de seguida adicione o trigo sarraceno. Deixe tostar um pouco e de seguida, cubra com a água. Cozinhe por 10 a 12 minutos. Retifique os temperos se necessário. (No final solte os grãos com um garfo).
    8. Molho de natas; Lave a cenoura e descasque a cebola. E corte ambos em quadrados pequenos. 
    9. Aqueça uma frigideira e adicione, 1 c. de sopa de azeite, folha de louro, a cenoura e a cebola. Refogue suavemente até a cebola e a cenoura até ficarem macios. De seguida adicione as natas, o restante pimentão doce, o sal e o açafrão das índias. Envolva, deixe levantar fervura, retifique os temperos se necessário, retire a folha de louro e depois triture num processador. 
    10. Estando tudo pronto, emprate a gosto ou siga a orientação da fotografia acima, com o seitan por cima dos legumes e com o molho de natas por cima. 
    Observação: A folha que está no empratamento, pertence às flores capuchinhas.
    Sobre o trigo sarraceno: https://pt.wikipedia.org/wiki/Trigo-sarraceno
    E o que são pseudocereais? - "Os pseudocereais- o amaranto, a quinoa e o trigo sarraceno- não pertencem à família dos cereais (gramíneas) mas que têm características similares, sobretudo o facto de serem boas fontes de hidratos de carbono. No entanto, não ficam por aqui, muito mais há a dizer acerca destes alimentos, por exemplo que têm um bom teor de fibra associado a uma percentagem de proteína invejável, considerando que se trata de alimentos de origem vegetal. Neste aspeto, superam visivelmente os cereais, tanto em quantidade como na qualidade da sua proteína: trata-se de proteína completa, ao contrário da presente nos cereais, que é deficitária em alguns aminoácidos (unidades estruturais das proteínas), sobretudo lisina, triptofano e treonina, que são essenciais ao nosso organismo, pois este não os produz. É muito comum falar dos benefícios de juntar arroz e feijão, tão típico na cultura brasileira, com o intuito de obter proteína completa, visto que ao arroz falta uma parte da mesma. no que respeita aos “pseudocereais”, esta preocupação não é necessária. Há́ ainda que destacar a ausência de glúten nestes alimentos, o que, como vimos antes, é uma vantagem de elevado destaque. (...)" Fonte: http://media.rtp.pt/praca/rubricas/dicas/ja-ouviu-falar-dos-pseudocereais/



      quinta-feira, 29 de novembro de 2018

      A Abóbora



      Pela nutricionista: Sandra Silva


      Olá a todos (as)! 😊

      Já cheira a Outono e a frio, e a nossa mente remete-nos para cheiros quentes, como por exemplo: Abóbora.
      É isso mesmo, hoje vamos falar um pouco deste legume.



















      Abóbora
      O consumo deste legume surge nos registos da alimentação há cerca de seis mil anos, na América Central. Para inúmeras tribos índias era um verdadeiro objecto de culto.
      As cucurbitáceas seriam originárias do continente sul-americano, acabando por ser importadas para a Europa no século XVI.
      As cucurbitáceas, muito polimorfas, têm diversos nomes, conforme o seu aspecto: abóbora-menina, porqueira, mugango, chila, hokaido, esparguete, etc.
      As abóboras no Inverno são mais calóricas do que no Verão, pois contêm mais açúcar e menos água, sendo ricas em cobre, vitamina A e C.
      De salientar que na Europa o consumo de abóbora aumenta na época de inverno. Já na América o seu consumo é constante durante todo o ano.
      E enquanto os europeus preferem a abóbora menina e porqueira, os Americanos preferem a abóbora citrouille.


      Qualidades alimentares e virtudes terapêuticas da abóbora?

      • Os Gregos e Romanos utilizavam-na pelas suas propriedades refrescantes;
      • Os médicos árabes utilizavam o seu suco para provocar o sono;
      • Rica em vitamina A, B9 (ácido fólico), em aminoácidos como a leucina, a tirosina e peporesina;
      • Rica em zinco, regulando as funções glandulares da próstata e na regulação celular;
      • É sedativa, refrescante, emoliente (propriedade de amolecer ou amaciar os tecidos), diurética, laxante. Proporciona ao organismo uma limpeza completa, impedindo a fermentação das bactérias;
      • Atua sobre o pâncreas, estimulando a secreção da insulina;
      • As suas pevides são recomendadas como antelmíntico não irritante, nem tóxico, para combater os parasitas intestinais;
      • Os  seus carotenos, oligoelementos e fibras tem efeito protector cardiovascular, retardando o envelhecimento. 



      Estados e problemas de saúde que podem melhorar com a utilização da abóbora?

      • Artrite;
      • Dispepsia (má digestão), obstipação, colite;
      • Congestão e hipertorfia da próstata;
      • Hemorróidas, gota e reumatismo;
      • Parasitose intestinal;
      • Cárie dentária e descalcificação dentária;
      • Bom funcionamento do rim;
      • Insónias (cozer as pevides e beber a água de cozedura, após o jantar);
      • Cataratas.



      Informação Nutricional


















      Sigam as sugestões da chefe e consumam abóbora sem medo.

      E sejam felizes. 😊



      domingo, 20 de agosto de 2017

      Abóbora Manteiga, assada, sobre cama de Quinoa


            Abóbora manteiga, assada, sobre cama de quinoa com cebola roxa, rúcula e mix de frutos secos

           Receita vegetariana (sem qualquer produto de origem animal), para 4 pessoas


      Ingredientes base
      • 150 g de quinoa
      • 360 ml de água
      • 1 abóbora manteiga descascada (500 g) cortada às fatias com a espessura de 1 cm (mais ou menos)
      • 200 g de rúcula 
      • 1 cebola roxa média, laminada em 1/2 luas
      • 1 dente de alho sem casca, picado 
      • 1 colher de café de sal marinho
      • Salsa picada q.b.
      • Ervas provence e/ou alecrim secos q.b.
      • Mix de frutos secos q.b. 
      • 1 colher de sopa de vinagre balsâmico 
      • 1 colher de sopa de açúcar amarelo ou mascavado,
      • Azeite q.b.

      Preparação
      1. Pré-aqueça o forno a 180-200 graus.
      2. Num tabuleiro próprio de ir ao forno, coloque papel vegetal para forrar (opcional) e adicione a abóbora, temperada com 1 fio de azeite, dente de alho, ervas provence e/ou alecrim. Envolva suavemente e leve a assar durante 25-30 minutos. Verifique com 1 palito se está macia 5 minutos antes do final.
      3. Leve um tacho ao lume com a água, sal e deixe ferver.
      4. Lave a quinoa em água corrente num coador, (peneira de trama fina) e coloque no tacho anterior com a água já a ferver.
      5. Mexa, se necessário, para os grãos não se  colarem ao fundo e deixe cozer durante 15 minutos, com o tacho semi-tapado, até o grãos ficarem transparentes.
      6. Estando cozido o grão, adicione salsa picada, envolva e reserve.
      7. Entretanto caramelize a cebola; Leve 1 sauté ao lume, adicione 2 fios de azeite, coloque a cebola, adicione o açúcar e o vinagre balsâmico. Deixe em lume médio, até a cebola ficar macia, 5-7 minutos, cuidado para não queimar. Reduza o lume se necessário.
      8. Estando tudo pronto, para empratamento, aconselho fazer uma cama (base) de quinoa com abóbora por cima e depois cebola envolvida suavemente com a rúcula e salpicos de mix de frutos secos.

       Observação: Pode usar outra qualidade de abóbora para assar, como a Hokkaido. Deixo aqui mais informações, um link, sobre benefícios da abóbora.

      domingo, 30 de outubro de 2016

      Abóbora no Forno, Puré de Batata Doce e Feijão Azuki

      Abóbora Manteiga no Forno acompanhada do Puré de Batata Doce e Feijão Azuki

      Receita vegetariana (sem qualquer produto de origem animal), para 4-5 pessoas


      Ingredientes base

      • 2 batatas doces grandes, (mais ou menos 500 g) com casca e bem lavadas
      • 500 g de feijão azuki cozinhado previamente 
      • 1 abóbora manteiga descascada (500 g) e cortada às fatias com a espessura de 1 cm
      • 1 cebola média cortada aos quadrados pequenos
      • 1/2 chávena de leite de arroz
      • 1 colher de sopa de creme vegetal
      • 1 colher de chá de pimentão doce
      • 1 colher de chá de cominhos
      • 1 colher de chá de noz moscada
      • 2 colheres de café de sal marinho
      • 1 dente de alho picado
      • 1 folha de louro
      • Alecrim q.b.
      • Cebolinho q.b.
      • 2 fios de azeite

      Preparação
      1. Pré-aqueça o forno a 180-200 graus.
      2. Num tabuleiro próprio de ir ao forno, coloque papel vegetal para forrar (opcional) e adicione a abóbora, temperada com 1 colher de café de sal, 1 fio de azeite, dente de alho e alecrim. Envolva suavemente e leve a assar durante 25-30 minutos. Verifique com 1 palito se está macia 5 minutos antes do final.
      3. Entretanto, leve 1 tacho ao lume com água, adicione as batatas e deixe cozer por 30 minutos. Verifique também a cozedura 5 minutos antes do final, espete com 1 garfo ou palito. Estando cozidas, deixe arrefecer ligeiramente e retire a pele. 
      4. Depois esmague com o garfo ou  passe vite e junte a noz moscada, o creme vegetal e o leite. Leve novamente ao lume e envolva o preparado todo.
      5. Prepare também o feijão.
      6. Leve outro tacho ao lume, adicione 1 fio de azeite coloque a cebola, pimentão doce, o louro e deixe amaciar 1 pouco a cebola em lume brando. Entretanto adicione 1 pouco de água, 1 colher de café de sal, o feijão e os cominhos.
      7. Envolva tudo e deixe cozinhar por 5 minutos em lume brando, até a cebola ficar totalmente macia.
      8. Estando tudo pronto, é só fazer o empratamento, siga a orientação da fotografia acima com o cebolinho a decorar e saborear também. Ou emprate a gosto.

       Observação: Além de abóbora manteiga também pode utilizar a abóbora hokkaido, para assar. O feijão azuki é bastante nutritivo, no entanto pode utilizar outro tipo de feijão ou outras leguminosas para acompanhar. 
      Opte sempre por comprar feijão seco e demolhe em água de 1 dia para o outro. Depois passe por água corrente no momento em que vai cozer. Leve a cozer em água fria o feijão azuki (acima 3 dedos de água) durante aproximadamente 35-40 minutos, se possível com 1 tira de folha Kombu, pois além de nutrir a cozedura, está comprovado que ajuda a reduzir a flatulência. Se sobrar congele em sacos próprios para congelação, individuais, para outras futuras utilizações.